Quem sou eu

Juiz de Fora, Minas Gerais, Brazil
História da Somar Brasil: A Somar Brasil nasceu em 2008, em Juiz de Fora, quando um grupo de pessoas com deficiência percebeu que para mudar os discursos da sociedade sobre as dificuldades de inclusão social era preciso derrubar barreiras. Depois de identificadas essas barreiras, colocadas pelas pessoas com deficiência, familiares, empresários, médicos, professores, o grupo decidiu derrubá-las, uma a uma, num trabalho de campo, onde cada um expõe o que pensa, fala dos problemas e temores e, juntos, buscam soluções. Descobrimos que a palavra “preconceito” perde lugar para “desconhecimento” e por isso é preciso mostrar como lidar com tanta diversidade de pessoas e suas deficiências.

sexta-feira, 19 de setembro de 2014

Somar Brasil participa de palestra e debate a gestão do SUS

Participando da palestra A GESTÃO DO SUS: CONQUISTAS E DESAFIOS, promovida pelo Grupo Incluir, no auditório da OAB/JF. Palestra com a Ouvidora Regional de Saúde Samantha Borchear.

sábado, 6 de setembro de 2014

Somar Brasil faz palestra em Simpósio Iespe de Esporte e Saúde

O Instituto Educacional São Pedro realizou, no Ritz Plaza Hotel, o II Simpósio IESPe de Esporte e Saúde (II SIES). A Somar Brasil palestrou sobre qualificação no atendimento a pessoa com deficiência para profissionais de educação física e das áreas de saúde.

Especialistas renomados unidos para compartilhar conhecimento sobre a contribuição de cada profissional no Esporte e na promoção da Saúde. Um evento para profissionais e estudantes de Educação Física, Enfermagem, Fisioterapia, Medicina e Nutrição ficarem por dentro de tudo o que é importante para os envolvidos neste universo. 













quinta-feira, 28 de agosto de 2014

Palestra capacita gestores de supermercado

Wilson Júnior ministra palestra interativa para os gestores do Supermercado Bahamas. O objetivo foi esclarecer sobre a Inclusão e de como lidar com a diversidade,

tanto no atendimento ao cliente quanto na inserção no Mercado de Trabalho.

terça-feira, 3 de junho de 2014

Seminário de Educação Inclusiva

A presidente da Somar Brasil, Thais Altomar, abordou o tema DIREITOS HUMANOS E EDUCAÇÃO no “8º Seminário de Educação Inclusiva: Direito à Diversidade”, da Secretaria Municipal de Educação. O evento, patrocinado pelo Ministério de Educação (MEC), teve objetivo de capacitar gestores e educadores, e reuniu representantes de 94 municípios da Zona da Mata, Campos das Vertentes e Sul de Minas Gerais, além de educadores de creches, escolas e funcionários da secretaria.



terça-feira, 27 de maio de 2014

Prefeito anuncia verba para correção e construção de rampas de acessibilidade


O prefeito Bruno Siqueira anunciou na tarde desta terça-feira, 27, obras de acessibilidade na região central da cidade. O anúncio foi feito durante entrevista coletiva realizada em seu gabinete, onde o prefeito também apresentou um relatório técnico contendo o resultado de vistorias realizadas nas rampas de acessibilidade e travessia existentes na área central de Juiz de Fora. Inicialmente as obras acontecerão na Avenida Rio Branco, no trecho entre as ruas Antônio Carlos e Barão de Cataguases.

O trabalho, iniciado em abril, foi promovido por um grupo intersetorial da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF), coordenado pelo Departamento de Políticas para Pessoa com Deficiência e Direitos Humanos (DPCDH), da Secretaria de Desenvolvimento Social (SDS).

Estiveram presentes na reunião o autor do requerimento, vereador Isauro Calais (PMN); a chefe do DPCDH, Thais Altomar; os secretários de Governo, José Sóter de Figueirôa Neto, de Obras, Amaury Couri, e de Comunicação Social, Michael Guedes; o diretor da Empav, José Eduardo Araújo; o subsecretário de Mobilidade Urbana da Secretaria de Transporte e Trânsito (Settra), Mauro Branco e representantes do Conselho Municipal da Pessoa Portadora de Deficiência, da Comissão da Pessoa com Deficiência e Idosa da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), além da professora e cadeirante, Rita Petronilho.

Em seu discurso, Bruno destacou que ainda este ano algumas das obras previstas no relatório serão iniciadas. “Já vamos dar início a algumas intervenções em calçadas da região central da cidade, a fim de que os deficientes possam ter mais mobilidade, de forma imediata”, disse o prefeito, ressaltando que obras com este mesmo objetivo já foram feitas nos bairros Santa Luzia, Manoel Honório e São Mateus.

O valor estimado para as obras no trecho da avenida Rio Branco é de cerca de R$ 70 mil, sendo que 70% do total virá da PJF e os outros 30% do Legislativo, conforme afirmou o vereador Isauro Calais: “Iremos contribuir para esta obra, que é de suma importância para a cidade”. Ele destacou ainda o empenho da administração municipal com a causa dos deficientes: “Esta parte da sociedade não era lembrada: este vem sendo um diferencial da atual administração”.

Thais Altomar ressaltou a importância das obras: “O projeto foi elaborado com a participação de deficientes e de pessoas engajadas nesta causa, o que o faz ser real. Este nosso envolvimento faz a diferença”.




Bruno Siqueira mencionou ainda trabalhos de asfaltamento feitos pela Prefeitura nos bairros Previdenciários, Nova Era, Santa Luzia, Santa Cruz, Santa Lúcia e Nossa Senhora de Lourdes, que também já garantem mais qualidade de vida a estes cidadãos. 


http://www.pjf.mg.gov.br/noticias/imprimir_noticia.php?idnoticia=44841

ver vídeo: https://www.youtube.com/watch?v=KYr-MdrRmz8


sexta-feira, 23 de maio de 2014

SOMAR BRASIL e VIVER JF em mais uma parceria

2º SEMINÁRIO INCLUSÃO SOCIAL E CIDADANIA DE JUIZ DE FORA
Idéias para um Brasil inclusivo e transfomador


2° Seminário de Inclusão Social e Cidadania de JF reúne mais de 300 participantes

(Foto: Twin Alvarenga)
O público participou de cinco painéis, com diferentes propostas sociais e palestrantes atuantes na área (Foto: Twin Alvarenga)

Na última sexta-feira, dia 23, o 2° Seminário de Inclusão Social e Cidadania de Juiz de Fora reuniu mais de 300 pessoas no Teatro Academia. O evento colocou em pauta o tema “Inclusão social e cidadania: ideias para um Brasil inclusivo e transformador”, e recebeu palestrantes para discutir uma gama variada de assuntos relacionados ao propósito do seminário, como meios de inclusão social através da arte, esporte, políticas públicas e iniciativas únicas.
A abertura do evento ocorreu com a presença do coordenador geral da Incubadora Tecnológica de Cooperativas Populares da Universidade Federal de Juiz de Fora (UFJF), Petrônio Barros, com o secretário de desenvolvimento social da Prefeitura de Juiz de Fora (PJF), Flávio Cheker, com a chefe do Departamento de Políticas para Pessoas com Deficiências e Direitos Humanos da PJF, Thais Altomar, e com o organizador do evento e diretor do Viverjf.com, Marcel Iunes. Além disso, representantes do Instituto Educacional São Pedro (IESPe) e da Academia de Comércio também estavam presentes.
“Em sua essência, o seminário busca o compartilhamento de ideias que valem a pena ser difundidas”, diz o organizador do evento. “Tem o objetivo de ajudar Juiz de Fora a ser um lugar de debate sobre a inclusão social e a cidadania, seja de pessoas com deficiência, em situação de vulnerabilidade, de risco, entre outros.”
O público participou de cinco painéis, com diferentes propostas sociais e palestrantes atuantes na área. Além disso, também foi feita uma exposição no local, que exibiu trabalhos realizados por membros da Associação de Pais e Amigos Excepcionais (Apae), Associação Municipal de Apoio Comunitário (Amac), Centro de Atenção Psicossocial – Álcool e Drogas (CAPS AD) e Instituto Nacional de Excelência em Políticas Públicas (Inepp).
Debates inclusivos
A primeira exposição teve como tema a Rede Asta, que potencializa micro negócios comunitários produtivos e disponibiliza produtos de design feitos por pessoas de baixa renda. “Nossa missão é empoderar as mulheres”, afirma Miriam Lima, coordenadora da Rede Asta em São Paulo, se referindo à maioria absoluta da mulheres por trás dos produtos confeccionados. “Promovemos não só o produto, mas também a inclusão social”, diz Miriam. “Nosso diferencial é que o cliente conhece o produto, o artesão por trás dele e como a distribuição de renda da compra é feita. São peças únicas, feitas de forma consciente, que contribui para diminuir a desigualdade.”
Miriam também expressou seu contentamento em palestrar no seminário. “É importante falar do trabalho para outros públicos, conhecer, fazer trocas, expandir e mostrar o que a gente faz”, conta. “A gente influenciar positivamente essas pessoas, é bom demais. Demonstrar que é possível que essas iniciativas sejam feitas, só isso já é super recompensador.”
2° Seminário de Inclusão Social e Cidadania de Juiz de Fora reuniu mais de 300 pessoas no Teatro Academia (Foto: Twin Alvarenga)
2° Seminário de Inclusão Social e Cidadania de Juiz de Fora reuniu mais de 300 pessoas no Teatro Academia (Foto: Twin Alvarenga)

O chefe de gabinete do reitor da UFJF, Renato Miranda, realizou um painel logo em seguida, voltado para “O desafio da inclusão através do esporte”. “O esporte pode ser um excelente meio para se vencer desafios e, através disso, ser inclusivo”, denota. “Com ele, é possível desenvolver habilidades, vivências emocionais, auxílio no enfrentamento de desafios e conquista de confiança e disciplina”, exemplifica. “Há de se desenvolver no nosso país a compreensão, de uma maneira incisiva, de que cerca de 20% das pessoas têm algum tipo de deficiência, disfunção ou transtorno.”
O secretário de Desenvolvimento Social da Prefeitura, Flávio Cheker, também se apresentou a respeito da temática “Transferência de renda e emancipação pelo trabalho”, afirmando que existe, em Juiz de Fora, equipamentos sociais de ponta para atender e auxiliar os moradores de rua. “Já conseguimos alguns progressos. Temos, por exemplo, um morador de rua frequentando cursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec)”, cita. “São desafios permanentes, e não problemas exclusivamente do poder público, mas também nosso. Nossa sociedade é mãe de todos os problemas sociais.”
O casal Simone e Márcio Beti, fundadores do Instituto Chefs Especiais, uma iniciativa que leva a gastronomia para pessoas com Síndrome de Down, também esteve presente no evento. “Nós trabalhamos há oito anos com esse intuito, visando dar autonomia para todos”, explica Simone. “Ser convidada e expor esse trabalho, primeiro, é um reconhecimento; segundo, é uma oportunidade de ampliá-lo. Nosso objetivo é ser motivo de inspiração em vários lugares, alcançar vários locais do Brasil.”
O público também contou com um painel com a especialista em Políticas Públicas, História e Culturas Políticas, e mestre em Bens Culturais e Projetos Sociais, Ariane Gontijo. Ela discorreu sobre “Tráfico de Pessoas: Fenômeno Histórico e a Implementação de Políticas Públicas”, trazendo atenção para a problemática do tráfico humano e as medidas que vêm sendo tomadas para extingui-lo.

quinta-feira, 22 de maio de 2014

Cadeirantes têm dificuldades com falta de acessibilidade em Juiz de Fora

http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/mgtv-1edicao/videos/t/edicoes/v/cadeirantes-tem-dificuldades-com-falta-de-acessibilidade-em-juiz-de-fora/3363632/

O DPCDH/SDS segue com palestras de conscientização e cria grupos de trabalho, envolvendo diversas secretarias, para melhorar nosso dia a dia. Na tarde de ontem, o departamento de reuniu, no gabinete do prefeito Bruno Siqueira, com o Secretário da SETTRA, Rodrigo Tortoriello, o Subsecretário de Mobilidade Urbana, Mauro Branco, o Diretor da EMPAV, José Eduardo Araújo e representantes da SAU e SO. O DPCDH vai acompanhar os trabalhos de melhoria da cidade, iniciando pela reforma das rampas da Av. Rio Branco, solicitado pela Câmara Municipal, através de requerimento do vereador Isauro Calais.

http://g1.globo.com/mg/zona-da-mata/noticia/2014/05/cadeirantes-tem-dificuldades-com-falta-de-acessibilidade-em-juiz-de-fora.html

Cadeirantes têm dificuldades com falta de acessibilidade 

Ausência de rampas, ônibus e táxis adaptados são problemas.
Prefeitura informou que faz trabalho conjunto para realizar melhorias.



Dificuldade Cadeirantes Juiz de Fora (Foto: Reprodução/TV Integração)Falta de acessibilidade dificulta vida de
cadeirantes  (Foto: Reprodução/TV Integração)
Cadeirantes de Juiz de Fora reclamam que passam dificuldade nas ruas pela falta de acessibilidade, sem transporte adaptado e rampas. Mesmo quando há o acesso,problemas ainda existem. O telespectador Almir Bittencourt enviou ao VC no MGTV fotos de uma rampa na Rua Jacarandá, no Bairro Amazônia, mostrando que há uma erosão no asfalto que impede a subida da cadeira de rodas. A Secretaria de Obras informou que irá realizar uma vistoria no local até o final da semana. Já o Departamento Municipal de Políticas para Pessoas com Deficiência e Direitos Humanos informou que é realizado um trabalho conjunto com as secretarias competentes para as melhorias necessárias na cidade.
O músico Luciano Jorge de Oliveria também enfrenta dificuldades com a acessibilidade no Bairro Ipiranga. Ele precisa da ajuda de amigos para chegar até o ponto de ônibus. A rua íngreme não tem adaptação necessária. “Eu tenho muita dificuldade porque eu moro na parte alta e eu preciso sempre de alguém comigo. Às vezes, não tenho uma pessoa para me ajudar e acabo perdendo o que tenho que fazer no Centro”, contou.
Além disso, Luciano disse que é preciso muita paciência para esperar o ônibus adaptado devido à demora. Para entrar e sair do veículo, ele precisa da ajuda do motorista. Os problemas aumentam quando ele precisa chamar um táxi. “Eu ligo, falo que sou cadeirante e, às vezes, falam que não dá para atender porque a cadeira não cabe no carro. Tem os adaptados, mas eu nunca vejo. Andei uma vez só nele”, reclamou.
Para chegar ao colégio no Bairro Granbery, João Carlos precisa percorrer com a filha um trecho onde parte dos passeios não tem formas regulares e apresentam buracos. “Além disso, ao atravessar a Rua Sampaio e depois a Batista de Oliveira, não existe rampa onde são as faixas de pedestre. Então, ela tem que atravessar no meio da rua e eu tenho que pedir aos motoristas que parem. Tenho que fazer o papel de polícia. E muitas vezes os motoristas desrespeitam”, reclamou.funcionário público João Carlos Reis disse que precisou fazer reivindicações para conseguir ônibus adaptado em horário que coincida com a aula da filha cadeirante. “Nós tínhamos algumas dificuldades porque antes havia somente um ônibus de apoio na linha Guaruá. Depois de alguns Boletins de Ocorrência (BO) e conversas com a Secretaria de Transportes e Trânsito (Settra), hoje temos dois ônibus e parece que agora a empresa faz a manutenção”, informou.
A estudante Pryscila Loureiro Reis, filha de João Carlos, acredita que há formas de realizar melhoria nas ruas para os cadeirantes. “Deveria ter mais rampas nesse cruzamento e tinham que arrumar essas faixas de pedestres, colocar talvez um sinal, algo que dê mais segurança para portadores de necessidade especial, idosos e crianças”, cobrou.
A chefe do Departamento Municipal de Políticas para Pessoas com Deficiência e Direitos Humanos, Thaís Altomar, informou que é realizado um trabalho conjunto com as secretarias competentes para as melhorias necessárias na cidade. “Nós recebemos algumas denúncias, denúncias que são comuns, e a partir daí a gente começa a trabalhar com essa conscientização. Os táxis precisam de ter um melhor atendimento, um entendimento melhor das nossas necessidades para utilização desse transporte. Os ônibus precisam ter uma consciência melhor do tempo que demoramos para entrar, para sair, além de todo conjunto que envolve, ponto de ônibus, acesso aos locais onde a gente pode acessar o serviço”, disse.
Segundo Thaís Altomar, o trabalho essencial é o de conscientização. “Nós já fazemos a conscientização junto aos motoristas de ônibus e trocadores e estamos iniciando também um trabalho com os taxistas. Aumentar a frota sem uma conscientização de nada vai valer”, explicou.